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domingo, 28 de março de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

ATIVIDADE 02 - QUÍMICA - I BIMESTRE

ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO
ARCOVERDE, ___/____/ 2010
ALUNO(A): _____________________________
PROF: MANUEL ALVES FILHO 2º ANO_____

TESTE DE QUIMICA—I BIMESTRE – ATIV.02

1) Considere as equações:
I . Zn + 2 HCl-==> ZnCl2 + H2
II . P2O5 + 3 H2O ==>2 H3PO4
III. AgNO3 + NaCl ==> AgCl + NaNO3
IV. CaO + CO2==>CaCO3
V. 2 H2O ==>2 H2 + O2
É considerada uma reação de decomposição:
a) I.   b) II.   c) III.   d) IV.   e) V


2) A seqüência que representa, respectivamente, reações de síntese, análise, simples troca e dupla troca são:
I. Zn + Pb(NO3)2 ==> Zn(NO3)2 + Pb
II. FeS + 2 HCl ==> FeCl2 + H2S
III. 2 NaNO3 ==> 2 NaNO2 + O2
IV. N2 + 3 H2 ==>2 NH3
a) I, II, III e IV.
b) III, IV, I e II.
c) IV, III, I e II.
d) I, III, II e IV.
e) II, I, IV e III.

3) No filme fotográfico, quando exposto à luz, ocorre à reação: 2 AgBr ==>2 Ag + Br2 . Essa reação pode ser classificada como:
a) Pirólise.
b) Eletrólise.
c) Fotólise.
d) Síntese.
e) Simples troca.

4) Dadas as equações:
I - CuCl2 + H2SO4 ==> CuSO4 + 2 HCl
II - CuSO4 + 2 NaOH ==> Cu(OH)2 + Na2SO4
III - Cu(OH)2 ==>CuO + H2O
A classificação da reação equacionada e o nome do composto assinalado em negrito são:
a) Em I - dupla troca e sulfato de cobre I.
b) Em III - síntese e óxido cúprico.
c) Em II - dupla troca e hidróxido cúprico.
d) Em III - análise e óxido cuproso.
e) Em I - simples troca e sulfato de cobre I

5) Ao se misturar solução de ácido sulfúrico com bicarbonato de sódio em pó, obtém-se uma substância gasosa que geralmente é empregada como:
a) Combustível.
b) Agente de limpeza.
c) Fertilizante.
d) Extintor de chamas.
e) Anestésico.

6) A equação refere-se à transformação de ozônio em oxigênio comum, representada pela equação: 2 O3 ==> 3 O2
Os números 2 e 3 que aparecem no lado esquerdo da equação representam, respectivamente
a) Coeficiente estequiométrico e número de átomos da molécula.
b) Coeficiente estequiométrico e número de moléculas.
c) Número de moléculas e coeficiente estequiométrico.
d) Número de átomos da molécula e coeficiente estequiométrico.
e) Número de átomos da molécula e número de moléculas.

7) Desde que a terra se formou, a todo instante as substâncias nela presentes estão continuamente se transformando. Durante o dia as plantas transformam a água e o gás carbônico em glicose e oxigênio, por meio da fotossíntese. Pela respiração os seres vivos, em geral, convertem a glicose em gás carbônico e água. Para a química estas transformações são denominadas de:
a) Fenômenos físicos.
b) Fórmulas.
c) Equações.
d) Propriedade
e) Reações químicas


8) Há reações químicas que só se processam sob ação da luz como as reações da fotossíntese e a decomposição natural da água oxigenada. Este tipo de reação tem o nome especial de:
a) Pirólise.
b) Hidrólise.
c) Fotólise.
d) Eletrólise.
e) Radioatividade.

9) Uma aplicação importante do bicarbonato de sódio é como fermento de pães e bolos. O crescimento da massa deve-se à liberação de CO2 obtido na decomposição do bicarbonato de sódio, a qual pode ser representada por: 2NaHCO3 ==>Na2CO3 + CO2 + H2O
Sobre esta reação é correto firmar:
a) Não se encontra corretamente balanceada.
b) É reação de síntese ou adição.
c) o Na 2CO3 é o reagente da reação.
d) É de dupla troca ou duplo deslocamento.
e) Pode ser classificada como reação de análise.

10) Em determinadas situações, como o nervosismo ou alimentação inadequada, o ácido clorídrico (HCl) é produzido em grandes quantidades, causando acidez estomacal. Essa acidez pode ser regulada com o uso de antiácido composto de hidróxido de magnésio [Mg(OH)2] e hidróxido de alumínio [Al(OH)3], duas bases que reduzem a acidez gástrica em níveis normais. As reações que ocorrem estão representadas abaixo e são classificadas:
2 HCl + Mg(OH)2 ==> MgCl2 + 2 H2O
3 HCl + Al(OH)3 ==>AlCl3 + 3 H2O
a) Reações de síntese.
b) Reações de análise.
c) Reações de dupla troca.
d) Reações de deslocamento
e) Reações de oxi-redução.


11) Acertando os coeficientes da equação Fe2O3 + C ==> Fe + CO com os menores números inteiros possíveis, a soma dos coeficientes da equação será igual a:
a) 4.
b) 6.
c) 7.
d) 8.
e) 9.


12) Completando a reação H3PO4 + Ba(OH)2==>............. + H2O e acertando os coeficientes, a alternativa que corresponde aos coeficientes estequiometricamente corretos é:
a) 2, 3, 3, 6.
b) 2, 3, 1, 6.
c) 1, 1, 3, 1.
d) 1, 3, 1, 1.
e) 1, 1, 1, 1.

13) O hidróxido de alumínio reage com o ácido sulfúrico produzindo sulfato de alumínio e água, de acordo com a equação abaixo:
Al(OH)3 + H2SO4 ==>Al2(SO4)3 + H2O
Acertando os coeficientes desta equação com os menores números inteiros possíveis afirma-se que:
a) O coeficiente do ácido é igual a 2.
b) Temos para a água coeficiente igual 2.
c) A soma de todos os coeficientes é 12.
d) Os coeficientes são, respectivamente, 3, 2, 6 e 1.
e) A substância formada é um óxido.

14) A reação de neutralização total H3PO4 + Ba(OH)2 ==>Ba3(PO4)2 + H2O após ser balanceada apresentará os seguintes coeficientes estequiométricos, respectivamente:
a) 2, 3, 3, 6.
b) 2, 3, 1, 6.
c) 1, 1, 3, 1.
d) 1, 3, 1, 1.
e) 1, 2, 1, 3


15) Classifique a reação abaixo:
8 H2S + 8 Cl2 ==> S8 + 16 HCl
a) Síntese.
b) Decomposição.
c) Simples troca.
d) Dupla troca
e) n.d.a

16) Assinale a alternativa correta em relação a equação química abaixo:
2 KClO3 ==> 2 KCl + 3 O2
a) A equação não está balanceada
b) KCl e O2 são os reagentes desta reação
c) A equação está balanceada e KClO3 é o reagente desta reação.
d) KClO3 e O2 e são os produtos desta reação
e) n.d.a

17) (PUC-MG) Um estudante de Química realizou a seguinte seqüência de operações:
I) Dissolveu óxido de sódio sólido em água, obtendo a solução A.
II) Sobre a solução A, adicionou solução de ácido sulfúrico suficiente para completa neutralização, obtendo uma solução B.
III) À solução B, adicionou solução de cloreto de bário, obtendo um precipitado branco. A fórmula e o nome para esse precipitado branco obtido estão corretamente indicados em:
a) Na2SO3: sulfito de sódio.
b) NaCI: cloreto de sódio.
c) Na2SO 4: sulfato de sódio.
d) NaOH: hidróxido de sódio.
e) BaSO4: sulfato de bário.


18) (MACK-SP) Em um experimento, coloca-se um prego dentro de um béquer contendo ácido clorídrico e verifica-se uma efervescência ao redor do prego, É correto afirmar que:
a) a efervescência ocorre devido ao aumento de temperatura do ácido, fazendo com que o mesmo entre em ebulição.
b) há desprendimento de gás hidrogênio, que se forma na reação de ferro com ácido clorídrico.
c) há eliminação de gás oxigênio,
d) só ocorre desprendimento de impurezas do ferro.
e) há desprendimento de gás cloro devido à presença do ácido clorídrico.


19) (MACK-SP) Na reação de neutralização do ácido sulfúrico com hidróxido de alumínio forma-se:
a) sal e água
b) sal e sal
c) base e sal
d) ácido e óxido
e) n.d.a

20) Dada a reação, podemos afirmar que:
2 ZnS + 3 O2 ==> 2 ZnO + 2 SO2
a) A equação não está balanceada
b) ZnS e SO2 são os reagentes desta reação
c) A equação está balanceada.
d) O2 e ZnO são os produtos desta reação
e) n.d.a


BOA SORTE!

segunda-feira, 15 de março de 2010

TESTE DE SONDAGEM APLICADO DIA 03/03/2010

ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO
ARCOVERDE, ____/____/________

ALUNO(A):_____________________________

PROF: MANUEL ALVES FILHO

DISCIPLINA: QUÍMICA TURMA: 2º _____

TESTE DE SONDAGEM

01) A palavra átomo é originária do grego e significa indivisível, ou seja, segundo os filósofos gregos, o átomo seria a menor partícula da matéria que não poderia ser mais dividida. Atualmente essa idéia não é mais aceita. A respeito dos átomos, podemos afirmar:

V F

0 0 Não podem ser desintegrados.

1 1 São formados por, pelo menos, três partículas fundamentais.

2 2 Possuem partículas positivas denominadas elétrons.

3 3 Apresentam duas regiões distintas, núcleo e a eletrosfera.

4 4 Apresentam elétrons, cuja carga elétrica é negativa.



02) Na água das piscinas é adicionado um sal de coloração azul denominado de sulfato cúprico (CuSO4).

Neste sal encontramos os elementos químicos:

a) chumbo, enxofre e oxigênio.

b) cobre, sódio e oxigênio.

c) ouro, sódio e oxigênio.

d) cobre, enxofre e oxigênio.

e) cobre, enxofre e ósmio.



03) “O vinho contém muitas vitaminas, iodo, magnésio, zinco, cobre, cálcio e ferro”. Por isso, além de um ótimo complemento das refeições, o vinho também pode substituir a água quando for cozinhar verduras em pouco líquido, elas ficam muito mais saborosas.

Entre os elementos citados encontraremos:

a) I, Co, C, Fe. b) Fe, Mn, Zn, Ca. c) F, Mg, Cu, Fe. d) I, Mg, Cu, Ca. e) Fe, Zn, Co, Fe.



04) (MACK-SP) Os fogos de artifício contêm alguns sais, cujos cátions são responsáveis pelas cores observadas, como, por exemplo, vermelho, amarelo e verde, dadas respectivamente pelo estrôncio, bário e cobre, cujos símbolos são:

a) Sr, Ba e Cu. b) S, Ba e Co. c) Sb, Be e Cu. d) Sr, B e Co. e) Sc, B e Cr.



05) Indique a alternativa que completa corretamente as lacunas do seguinte período: Um elemento químico é representado pelo seu ............. , é identificado pelo número de ................. e pode apresentar diferentes números de .....................

a) nome, prótons, nêutrons. b) símbolo, prótons, nêutrons.

c) nome, elétrons, nêutrons.

d) símbolo, nêutrons, elétrons.

e) símbolo, elétrons, nêutrons.



06) A combustão do gás de cozinha (gás butano) é representada pela equação química abaixo:

C4H10 + 13/2 O2 ------> 4 CO2 + 5 H2O

O número de substâncias simples e o número de substâncias compostas presentes nesta reação são, respectivamente:

a) 1 e 1. b) 1 e 2. c) 1 e 3. d) 3 e 1.

e) 4 e 0.



07) (UFAC) Com relação às substâncias O2, H2, H2O, Pb, CO2, O3, CaO e S8, podemos afirmar que:

a) todas são substâncias simples.

b) somente O2, H2 e O3 são substâncias simples.

c) todas são substâncias compostas.

d) somente CO2, CaO e S8 são substâncias compostas.

e) as substâncias O2, H2, Pb, O3 e S8 são simples.



08) O gás carbônico (CO2) é:

a) uma substância simples.

b) formado por dois elementos. c) elemento químico.

d) uma mistura homogênea.

e) uma mistura heterogênea.



09) (USF-SP) A camada de ozônio na estratosfera filtra os raios ultravioletas emitidos pelo Sol, protegendo os seres vivos da terra. Na troposfera, o ozônio em pequena quantidade é bactericida, mas em grande quantidade torna-se maléfico para os animais, porque, quando é respirado junto com o oxigênio do ar, ataca as mucosas das vias respiratórias, além de dar reações de oxidação de substâncias químicas do corpo animal.

O gás oxigênio (O2) e o gás ozônio (O3) são:

a) isótopos. b) isóbaros. c) isômeros.

d) formas alotrópicas que diferem pela atomicidade.

e) formas alotrópicas que diferem pelo retículo cristalino.



10) Numa dose de uísque com gelo há água sólida, solução aquosa de etanol, outras substâncias

dissolvidas e vapor de água. Esse sistema é:

a) homogêneo e constituído de uma fase.

b) homogêneo e constituído de três fases.

c) heterogêneo e constituído de duas fases.

d) heterogêneo e constituído de três fases.

e) heterogêneo e constituído de quatro fases.



11) (UFRS) Analise os sistemas materiais abaixo, estando ambos em temperatura ambiente.

Sistema (I): Mistura de 10g de sal de cozinha, 30g de areia fina, 20 mL de óleo e 100 mL de água.

Sistema (II): Mistura de 2,0 L de gás carbônico, 3,0 L de gás nitrogênio e 1,5 L de gás oxigênio.

Sobre esses sistemas, é correto afirmar que:

a) Ambos são heterogêneos, pois apresentam mais de uma fase.

b) Em I, o sistema é bifásico, após forte agitação, e, em II, o sistema é monofásico.

c) Em I, o sistema é trifásico, após forte agitação, e, em II, o sistema é monofásico.

d) Ambos apresentam uma única fase, formando sistemas homogêneos.

e) Em I, o sistema é trifásico, independentemente da ordem de adição dos componentes, e, em II, o sistema é bifásico.



12) Observe os fatos abaixo:

I) Uma pedra de naftalina deixada no armário.

II) Uma vasilha com água deixada no freezer.

III) Uma vasilha com água deixada no sol.

IV) O derretimento de um pedaço de chumbo quando aquecido.

Nesses fatos estão relacionados corretamente os seguintes fenômenos:

a) I. Sublimação; II. Solidificação; III. Evaporação; IV. Fusão.

b) I. Sublimação; II. Sublimação; III. Evaporação; IV. Solidificação.

c) I. Fusão; II. Sublimação; III. Evaporação; IV. Solidificação.

d) I. Evaporação; II. Solidificação; III. Fusão; IV. Sublimação.

e) I. Evaporação; II. Sublimação; III. Fusão; IV. Solidificação.



13) Uma maneira rápida e correta de separar uma mistura com ferro, sal de cozinha e arroz, é, na

seqüência:

a) filtrar, aproximar um imã, adicionar água e destilar.

b) aproximar um imã, adicionar água, filtrar e destilar.

c) adicionar água e destilar.

d) destilar, adicionar água, aproximar um imã.

e) impossível separá-la.



14) (UFMG) Certas misturas podem ser separadas, usando-se uma destilação simples, realizável numa montagem, como apresentada nesta figura:

Suponha que a mistura é constituída de água e cloreto de sódio dissolvido nela. Ao final da destilação simples dessa mistura, obtém-se no erlenmeyer:

a) água b) água + ácido clorídrico

c) água + cloreto de sódio d) água + cloro

e) cloro



15) (FATEC-SP) Uma barra de certo material, de massa igual a 37,8g, foi introduzida num cilindro graduado contendo água. O nível da água contida no cilindro, antes (1) e após (2) a imersão da barra metálica, é mostrado na figura.

Analisando-se a figura, pode-se afirmar que o metal da barra metálica é provavelmente:

a) Ag, d = 10,50g/mL. b) Au, d = 2,70g/mL.

c) Fe, d = 7,87g/mL. d) Mg, d = 1,74g/mL.

e) Pb, d = 11,30g/mL.


16) (Mack-SP) Nos diferentes materiais abaixo, expostos ao ar, verifica-se que:

I. forma-se uma película escura na superfície do metal.

II. bolinhas de naftalina vão diminuindo de tamanho.

III. o leite azeda.

IV. um espelho fica embaçado se respirarmos encostados a ele.

V. uma banana apodrece.

Podemos dizer que são observados fenômenos:

a) físicos somente.

b) físicos em I, II e V, e químicos em III e IV.

c) físicos em II e IV, e químicos em I, III e V.

d) físicos em III e V, e químicos em I, II e IV.

e) químicos somente.

17) (UFSM-RS) Analise a tabela:
Especie     Nº de Nêutrons   Nº de Prótons   Nº de életrons
   X                 20                      17                      17
   Y                 17                      17                      18
   Z                  78                      79                     78
  W                 18                      18                      18
Assinale a alternativa que apresenta apenas espécie(s) neutra(s):

a) X, apenas. b) Y, apenas. c) Z, apenas.

d) W, apenas. e) X e W, apenas.




BOA SORTE!!!!

sábado, 13 de março de 2010

Plano de Ensino de Química dos 2º anos- 2010

PLANO DE ENSINO-2010

I - IDENTIFICAÇÃO

1.ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE

MUNICÍPIO: ARCOVERDE – PE

REGIME DE ATENDIMENTO: INTEGRAL

2.EDUCADOR(A): MANUEL ALVES FILHO

3.DISCIPLINA: QUÍMICA

4.SÉRIE: 2º ANOS

5.TURMA(AS): A,B,C,D,E e F


II – OBJETIVOS

1.OBJETIVO GERAL: (De natureza educativa integral)

• Promover a autonomia em relação ao aprendizado, tendo como ponto de partida a reflexão, o raciocínio, a organização e a consolidação de hábitos de estudo; recorrendo a conhecimentos desenvolvidos para a elaboração de propostas de intervenção solidária na sua realidade social e sendo capaz de relacionar o desenvolvimento científico com a transformação da sociedade.


2.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

A.Referente à disciplina:

Com base nos conhecimentos adquiridos durante o ano letivo, ao seu final, o aluno deverá ser capaz de:

• Enunciar e comentar os principais conceitos estudados na físico-química;

• Compreender os fundamentos da Termoquímica e da interpretação físico-química das substâncias e fenômenos;

• Aplicar os princípios da Termoquímica a diferentes tipos de transformações e processos;

• Reconhecer os problemas específicos em físico-química;

• Resolver problemas sobre os temas desenvolvidos;

• Trabalhar em grupo na resolução dos temas abordados;

• Ter responsabilidade e solidariedade perante os grupos de resolução de exercícios;

• Compreender a importância dos cálculos químicos, podendo assim , analisar quantitativamente os elementos químicos e moléculas, tendo como padrão a constante de Avogadro- massas ( atômica e molecular ), volume molecular e estequiometria.

B.Referente às Unidades de Ensino (de conhecimento, de atitudes/valores)

O aluno deve entender que a linguagem das fórmulas e equações é a maneira mais prática e lógica de representar os fenômenos químicos.

Construir e aplicar conceitos de reações químicas de modo a investigar e compreender a realidade, organizando informações e conhecimentos, para enfrentar situações-problema e tomar decisões.

Conscientizar-se da importância do papel da Química no sistema produtivo, industrial e rural.


III – OBJETIVOS/COMPETÊNCIAS/HABILIDADES/DESCRITORES/CONTEÚDOS DAS UNIDADES DIDÁTICAS

UNIDADE TEMÁTICA OBJETIVOS/DESCRITORES CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

UNIDADE I • Entender o que é necessário para que duas ou mais substâncias reajam quimicamente;

• Aplicar critérios para classificar e reconhecer uma reação química;

• Interpretar, escrever e balancear uma equação química;

• Perceber a necessidade de escolher um padrão e de utilizar uma unidade compatível com a grandeza a ser medida para pesar átomos e moléculas;

• Definir, diferenciar e Aplicar os conceitos de unidade de massa atômica e massa molecular;

• Entender o significado de mol e relacionar ao significado de massa molar, efetuando cálculos envolvendo massas;

• Entender o significado de fórmulas centesimal, mínima e molecular aplicando esses conhecimentos na determinação da composição porcentual, da proporção em número de átomos e na determinação dos elementos formadores de determinada substância;

• Aplicar o cálculo estequiométrico na resolução de problemas envolvendo quantidade de reagentes e/ou produtos participantes de uma reação química.

1.Reações Químicas.
2.Classificação das reações químicas.
3.Balanceamento das reações químicas.
4. Unidade de massa atômica (u)
5.Massa atômica.
6.Massa molecular.
7.Conceito de mol.
8.Massa molar.
9.As fórmulas na Química.
10.Cálculos estequiométricos.

UNIDADE II

• Caracterizar o estado gasoso e considerar suas grandezas fundamentais: volume, pressão e temperatura;

• Perceber a influência da pressão e da temperatura no volume de um gás;

• Identificar as unidades utilizadas para expressar volume, pressão e temperatura de um gás;

• Entender, interpretar e aplicar as leis físicas experimentais nas transformações gasosas em exercícios, fórmulas e interpretação de gráficos;

• Associar as leis físicas dos gases à equação geral dos gases;

• Caracterizar as condições normais de temperatura e pressão;

• Entender a estrutura interna dos gases por meio da teoria cinética dos gases;

• Entender o significado de volume molar;

• Aplicar a equação geral dos gases na resolução de problemas;

• Compreender o comportamento dos gases numa mistura gasosa;

• Entender o significado de volume total e parcial em uma mistura gasosa, relacionando-os e aplicando na resolução de problemas;

• entender o significado de pressão total e parcial em uma mistura gasosa, relacionando-as e aplicando esse conhecimento na resolução de problemas;

• entender o significado de massa molecular aparente de uma mistura gasosa;

• definir e diferenciar densidade absoluta e densidade relativa de um gás, aplicando os conceitos na resolução de exercícios;

• entender difusão e efusão gasosa tomando como base o estudo da teoria cinética dos gases.


1.Características do estado gasoso.
2. Volume dos gases.
3.Pressão dos gases.
4.Temperatura dos gases.
5. As leis físicas dos gases (lei de Boylle-Mariotte, lei de Gay-Lussac, lei de Charles).
6.Equação geral dos gases.
7.Teoria cinética dos gases.
8. Volume , Pressão e Massa molecular dos gases.
9.Equação de Clapeyron.
10.Misturas gasosas.
11. Densidade dos gases.
12. Difusão e efusão dos gases.



UNIDADE III

• conceituar, definir, classificar e caracterizar dispersões;

• perceber a existência de diferentes tipos de soluções e a diversidade na utilização delas na prática;

• entender o processo de classificação das soluções;

• compreender o processo de dissolução;

• conceituar e entender o processo de saturação, construindo e interpretando curvas de solubilidade de uma substância em função da temperatura;

• compreender o significado de concentração e perceber a importância dela na prática, conhecendo e exercitando as diferentes formas de expressá-la;

• compreender o significado de diluir e concentrar, e aplicar esse conhecimento em exercícios;

• entender o processo de mistura de soluções, com e sem reação, aplicando na resolução de exercícios;

• entender o significado de pressão máxima de vapor de um líquido puro, compreendendo os fatores que a afetam;

• entender e interpretar tabelas e gráficos contendo dados sobre pressão máxima de vapor e temperatura;

• compreender quando ocorre a ebulição de um líquido puro;

• diferenciar os processos de evaporação e ebulição;

• entender e interpretar as regiões de um diagrama de fases de uma substância pura;

• explicar , utilizando diagrama de fases, alguns fatos observados na prática;

• compreender os efeitos que a adição de um soluto não-volátil e não iônico a um líquido puro ocasionam no diagrama de fases de um líquido puro;

• entender o significado de efeito tonométrico, ebuliométrico e criométrico, conceituando esse conjunto de propriedades coligativas;

• entender o fenômeno de osmose mediante conceitos de difusão e de membrana semipermeável;

• definir pressão osmótica de uma solução;

• aplicar as leis da osmometria na resolução de problemas;

• classificar soluções à mesma temperatura, levando em conta as pressões osmóticas delas;

• perceber a importância da pressão osmótica nos seres vivos;

• perceber as aplicações das propriedades coligativas na resolução de problemas práticos.


1. Dispersões.
2. Soluções.
3. Concentração das soluções.
4. Diluição das soluções.
5. Misturas de soluções.
6.A evaporação dos líquidos puros.
7. A ebulição dos líquidos puros.
8. O congelamento dos líquidos puros.
9. Diagrama de fases.
10. Soluções de solutos não-voláteis e não iônicos.
11. As propriedades coligativas nas soluções.
12. Osmometria.



UNIDADE IV

• perceber que o estudo das quantidades de calor, liberadas ou absorvidas durante as reações químicas, auxiliam na compreensão de fatos observados no dia a dia;

• entender como as quantidades de calor podem ser medidas;

• compreender por que as reações ocorrem com liberação ou absorção de calor mediante os conceitos de energia interna e entalpia, entendendo quais fatores influenciam nas entalpias das reações;

• entender, escrever e interpretar uma equação termoquímica;

• reconhecer os principais casos de entalpias de reação e as respectivas definições;

• entender a lei experimental de Hess e suas conseqüências, além de aplicá-la na resolução de exercícios;

• perceber a aplicação da Termoquímica na resolução de problemas práticos;

• entender o conceito de velocidade de uma reação química;

• compreender as condições necessárias para a ocorrência de uma reação química por meio dos conceitos de contato e afinidade química entre os reagentes;

• entender e utilizar a teoria das colisões para explicar e prever alterações na velocidade das reações químicas;

• calcular a velocidade de uma reação química;

• compreender o efeito da energia na velocidade das reações químicas mediante o conceito de energia de ativação, associando isso com os conceitos de entalpias aprendido em Termoquímica;

• entender, interpretar e analisar gráficos de energia de reação em função do tempo (ou caminho da reação);

• perceber e compreender como as concentrações dos reagentes afetam a velocidade das reações químicas;

• ler e interpretar tabelas de concentrações de reagentes e produtos, relacionando os dados com a velocidade e escrevendo-os em forma de equação- denominada lei de velocidade ou lei cinética;

• entender o significado de mecanismo de uma reação;

• definir ordem e molecularidade de uma reação;

• entender o que é um catalisador e como ele afeta a velocidade das reações químicas;

• ler e interpretar gráficos de energia em função do tempo (ou caminho da reação) de reações químicas com e sem catalisador;

• conhecer os principais catalisadores utilizados na prática.
1. A energia e as transformações da matéria.
2.Energia interna e entalpia.
3. Fatores que influem nas entalpias (ou calores) das reações.
4.Equação termoquímica.
5. Casos particulares das entalpias das reações.
6. Lei de Hess.
7. Velocidade das reações químicas.
8. Como as reações ocorrem?
9. O efeito da energia sobre a velocidade das reações.
10. O efeito da concentração dos reagentes na velocidade das reações químicas.
11. O efeito dos catalisadores na velocidade das reações químicas.



IV – ESTRATÉGIAS A SEREM UTILIZADAS

A.ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS

• Aulas expositivas com uso de transparências , DVD’s e Data Show;

• Resoluções de exercícios do livro didático individualmente e em grupo;

• Realização de pesquisas bibliográficas na Internet, utilizando o Laboratório de Informática da escola;

• Apresentação de debates e seminários em sala de aula;

• Análise e interpretação de gráficos diversos;

• Elaboração e apresentação de relatórios ;

• Resolução de questões dos principais vestibulares e ENEM;

• Atividades práticas em laboratório.

B.ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO
1.DIAGNÓSTICA:

• Ouvir e considerar opiniões e sugestões dos alunos no planejamento de aulas;

• Verificar o que os alunos aprenderam no ano anterior (teste de sondagem);

• Observar a progressão dos alunos e as suas dificuldades;

• Verificar a assiduidade dos alunos às aulas;

• Aplicar avaliação interdimensional;

• Promover autoavaliação durante o período letivo.

2.FORMATIVA:

• Discutir coletivamente as avaliações realizadas no período letivo;

• Promover reflexão sobre a avaliação bimestral;

• Orientar sobre os instrumentos utilizados para “medir” o desempenho dos alunos;

• Apoiar o êxito dos alunos;

• Analisar os erros e acertos dos alunos;

• Desenvolver confiança nos alunos;

• Revisar os conteúdos e o planejamento dos bimestres;

• Discutir o resultado da avaliação interdimensional.

3.SOMATIVA:

• Demonstrar o conhecimento adquirido através de atividades diversas (pesquisas, debates, seminários e avaliação formal);

• Participar efetivamente na realização de trabalhos, debates, seminários e elaboração de relatórios de aulas;

• Participar na resolução dos exercícios (individual e em grupo);

• Aplicar os resultados obtidos na avaliação interdimensional.


V.BIBLIOGRAFIA/MATERIAIS DE APOIO PARA O EDUCANDO (Sites, vídeos, DVDs, publicações e outras fontes de consulta).

FONTES E REFERÊNCIA:

• COUVRE, G.J. Química Total. São Paulo: FTD, 2001

• FONSECA, M.R.M. Completamente Química. São Paulo: FTD, 2001

• USBERCO, J & SALVADOR, E. Química. São Paulo: Saraiva, 2005

• TITO & CANTO. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo: Moderna,2006.

• FONSECA, Martha Reis Marques da. Interatividade química. São Paulo: FTD, 2003.

• FELTRE, Ricardo. Química Geral. São Paulo: Moderna, 2004.

REVISTAS:

• Ciência hoje;

• Química Nova.
SITES:

• http://www.tvcultura.com.br/aloescola/

• http://www.bussolanaescola.com.br

• http://www.escolanet.com.br

• http://www.iupac.org/

• http://www.sbq.org.br

http://www.mec.gov.br/

VI.BIBLIOGRAFIA/MATERIAIS DE APOIO PARA O EDUCADOR (Sites, vídeos, DVDs, publicações e outras fontes de consulta)

FONTES E REFERÊNCIA

• COUVRE, G.J. Química Total. São Paulo: FTD, 2001

• FONSECA, M.R.M. Completamente Química. São Paulo: FTD, 2001

• USBERCO, J & SALVADOR, E. Química. São Paulo: Saraiva, 2005

• TITO & CANTO. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo: Moderna,2006.

• FONSECA, Martha Reis Marques da. Interatividade química. São Paulo: FTD, 2003.

• FELTRE, Ricardo. Química Geral. São Paulo: Moderna, 2004.
REVISTAS:

• Ciência hoje;

• Química Nova;

• Química Nova na Escola.

SITES:

• http://www.tvcultura.com.br/aloescola/

• http://www.bussolanaescola.com.br

• http://www.escolanet.com.br

• http://www.iupac.org/

• http://www.sbq.org.br

http://www.mec.gov.br/

Arcoverde, 14 de março de 2010.



MANUEL ALVES FILHO

Assinatura do (a) Educador(a)

Letra de música do CD de Ney Matogrosso- Beijo Bandido

A COR DO DESEJO
Junior Almeida

Ricardo Guima



A tua boca anda oca

Da minha língua, da minha língua

A minha língua anda à míngua

Sem tua boca, sem tua boca.


Exatos são teus olhos que invadem

E me revelam teu coração

Exata é a cor do teu desejo

A dor do teu deserto.


Exatos são teus beijos que me acertam

E a ti revelam meu coração

Exata é a cor do teu desejo

A dor do teu desejo

segunda-feira, 8 de março de 2010

Comemoração do Dia da Mulher-EREMA-4

Leitura de poema dedicado à mulher, feita pelos alunos do 2º C.
à esquerda: Davi Silva de Freitas
á direita: Magna Micaelle Pereira

Comemoração do Dia da Mulher -EREMA-3

Eu e meus ex-alunos do 2º B em dia de confraternização na escola.

Comemoração do Dia da Mulher - EREMA-2

Comemoração do Dia da Mulher na EREMA

Laboratório de Informática -EREMA-3

Laboratório de Informática da EREMA-2

Laboratório de Informática da EREMA

A professora Hilma Soares em momento de planejamento no laboratório.

Educação Fiscal na Escola- Projeto aplicado na Escola Industrial de Arcoverde

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL


ESAF-ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA

TURMA:063 -DEF-2º SEMESTRE/2007- PE-01
“EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA: UM MODO DE FORMAR CIDADÃOS ÉTICOS E CONSCIENTES”

Elba Poliana Cavalcanti Claudino

Genildo Barbosa da Silva

Josélia de Almeida Bezerra

Lindinalva Bezerra da Silva

Manuel Alves Filho




ARCOVERDE-PE

2007
Elba Poliana Cavalcanti Claudino

Genildo Barbosa da Silva

Josélia de Almeida Bezerra

Lindinalva Bezerra da Silva

Manuel Alves Filho


“EDUCAÇÃO FISCAL NA ESCOLA: UM MODO DE FORMAR CIDADÃOS ÉTICOS E CONSCIENTES”


Projeto apresentado a Escola de Administração Fazendária da Secretaria da Receita Federal do Brasil, em cumprimento ao aumento de carga horária(120) do curso Disseminadores da Educação Fiscal para conclusão do mesmo.

ARCOVERDE-PE

2007

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO........................................................3 2.OBJETIVOS.............................................................5

2.1 OBJETIVO GERAL............................................ 5

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS................................. 5

3. PÚBLICO ALVO......................................................6

4. METODOLOGIA E ATIVIDADES...............................7

5. CRONOGRAMA.......................................................8

6. AVALIAÇÃO...........................................................9

7. CONCLUSÃO.........................................................10

8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........................1

INTRODUÇÃO

A democracia não aparece por acaso nem tampouco pelo gosto de umas poucas pessoas que a regalam ou a impõem às maiorias, assim dizia, FREIRE citado por ARAÚJO FREIRE (2001:201,202), e que a construção da escola democrática não depende, igualmente, da vontade de alguns educadores e educadoras, de alguns pais e mães. Esta construção é um sonho porque devemos lutar todos e todas os que apostamos na seriedade, na liberdade, na criatividade, na alegria dentro e fora da escola.

Para que haja de fato uma construção de saberes é necessário que se faça um trabalho estruturado desde as bases, ou seja, em conjunto com a sociedade que é um tema abordado pelo Projeto de Educação Fiscal, tendo como objetivo principal à interação desses conhecimentos através das disciplinas.

A escola pública tem como principal objetivo formar cidadãos críticos e pensadores, e desta forma levar o aluno a descobrir suas garantias de sobrevivência dentro de uma sociedade massifista e excludente. Já não cabe ficar fazendo de conta que se ensina e o interlocutor fingindo que aprende. O educando deve ser um sujeito ativo e o educador deve se colocar no papel de motivador da aprendizagem dentro de seus aspectos relacionados ao meio social, como visões de mundo e de valores.

Este projeto tem como finalidade principal o trabalho em sala de aula com professores e alunos de forma participativa e concreta, evidenciando e vivenciando a importância da educação fiscal em todas as disciplinas, através de visitas, compras em estabelecimentos comerciais da comunidade, entrevistas, vídeos e folhetos informativos com esclarecimentos referentes à importância do recolhimento de tributos, bem como o conhecimento da falta de recursos públicos devido à sonegação.

2.OBJETIVO
2.1 OBJETIVO GERAL:

Desenvolver na escola um trabalho interdisciplinar de conscientização para a formação do exercício da cidadania, centralizado na educação fiscal, condicionando que se pode melhorar o modo de vida sabendo distinguir como os recursos públicos estão sendo aplicados e distribuídos pelas autoridades, informando aos cidadãos o seu papel de fiscalizador de bens públicos.

Levar conhecimentos ao cidadão e alunos sobre a administração pública para minimizar o nível de analfabetismo fiscal nos arredores da escola e sensibilizá-los para a função sócio-econômica do tributo.

2.2OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

>Incentivar o acompanhamento da sociedade na aplicação dos recursos públicos;

>Sensibilizar os alunos do valor de uma nota fiscal;

>Levar conhecimento ao aluno sobre a administração pública;

>Desenvolver no aluno a consciência para o pleno exercício de sua cidadania;

>Divulgar a comunidade escolar a aplicação dos recursos arrecadados com os impostos;

>Estimular a exigência da nota fiscal para evitar a sonegação de impostos;

>Conscientização do cuidado com os bens públicos e a importância da conservação dos mesmos;
PÚBLICO ALVO: Alunos do ensino fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos e a comunidade em geral-arredores da Escola Industrial de Arcoverde, situada no bairro de São Cristóvão na cidade de Arcoverde.
METODOLOGIAS E ATIVIDADES:

>Uso do recurso de multimídia para apresentação de vídeos sobre Educação Fiscal e Cidadania;

>Aulas expositivas e confecção de cartazes;

>Apresentação de trabalhos;

>Coleta de notas fiscais para observação dos impostos pagos;

>Orientação e panfletagem nos arredores da escola;

>Apresentação de reflexões nas salas dentro da escola;

>Avaliação participativa dos resultados através da elaboração de relatórios sobre cada item discutido, e conseqüente discussão sobre os principais pontos envolvidos.
CRONOGRAMA

A previsão para execução deste projeto de Educação Fiscal será de (02) meses com data prevista para começo a partir de 01 de março de 2008 e término no dia 30 de abril de 2008.
AVALIAÇÃO:

A avaliação será feita através de produção escrita e socialização dos conhecimentos; participação no recolhimento de notas fiscais e cálculos matemáticos dos impostos envolvidos na mesma; confecção de cartazes sobre temas propostos em sala de aula; apresentação de vídeos, teatros ou histórias em quadrinhos sobre tópicos apresentados nas discussões em sala de aula.

CONCLUSÃO
O Programa de Educação Fiscal é um programa nacional, entendido como prática educacional com o objetivo de desenvolver valores e atitudes, habilidades e competências para o exercício de direitos e deveres na relação entre o Estado e o cidadão, a partir do entendimento do funcionamento da Administração Pública, da função sócio-econômica dos tributos, da aplicação dos recursos públicos e de estratégias para o exercício do controle social.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica a construção do conhecimento. 3. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

SEVERINO, Joaquim Antônio. Metodologia do trabalho Científico. 21. ed. rev. E ampl. São Paulo: Cortez, 2000.

GADOTTI, M.; FREIRE, P.; GUIMARÃES, S. Pedagogia: diálogo e conflito. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1994.

_________ . Planejamento como prática educativa. 7.ed. São Paulo: Loyola, 1994.

PADILHA, R. P. Planejamento dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola. São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001.

VEIGA, I. P. (Org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. 13.ed.Campinas:Papirus,2001.



BAFFI, Maria Adelia Teixeira. O planejamento em educação: revisando conceitos para mudar concepções e práticas. In.: BELLO, José Luiz de Paiva. Pedagogia em Foco, Petropólis, 2002.

MORAIS, Armando, Da Costa, Maria Soledade, Ética e Cidadania. Educação de Jovens e Adultos – Recife , Construir, 2002.



PCNs, Parâmetros Curriculares Nacionais (1ª a 4ª série) Volume 8 – Apresentação dos Temas Transversais e Ética – Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : MEC / SEF, 1997. p.39



PCNs, Parâmetros Curriculares Nacionais, (1ª a 4ª série) Volume – 2 Língua Portuguesa, Secretaria de Educação Fundamental – Brasília : MEC. p.41,42,43,44,45.



BETING, Graziela, Interdisciplinar, Aula Fora da Sala, Nova Escola, Abril de 2003, nº161.



CAVALCANTE, Meire, Misturar as disciplinas, Nova Escola, Agosto de 2005.



http://www.novaescola.com.br.Multidisciplinaridade/Transversalidade/Interdisciplinari-dade

http://www.esaf.fazenda.com.br. Ética e Cidadania.

Plano de Ação -Química II - 2º anos

PROGRAMA DE AÇÃO – QUÍMICA II

ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE - EREMA

MANUEL ALVES FILHO



INTRODUÇÃO:



Todos preocupados com o papel central da Educação como condição para o desenvolvimento de cidadãos participativos, críticos, construtivos, criativos, solidários e competentes, autor e ator da sua própria história e cientes da necessidade de oferecer Ensino Médio de qualidade, público e gratuito, que atendam as necessidades dos jovens, foi criado através do Decreto nº 28.439, de 04 de outubro de 2005, o Centro de Ensino Experimental de Arcoverde - CEEA.

Em 2008, através do PROGRAMA DE EDUCAÇÃO INTEGRAL, o Centro Experimental passou a ser denominado ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE.

Atualmente a escola atende aproximadamente 800 jovens dos municípios de Buíque, Tupanatinga, Itaíba, Pedra, Venturosa, Sertânia, Ibimirim, Inajá, Custódia, Manari, Tabira, Afogados da Ingazeira, Iguaraci, Alagoinha, Santa Terezinha e Pesqueira.

A ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE é uma realidade. Gestão, metodologia, conteúdos diferenciados, horários e professores em tempo integral, laboratórios, oficinas pedagógicas, educação para valores como respeito, solidariedade, justiça, responsabilidade e ética, fazem parte desse modelo inovador e irradiador de experiências exitosas. Dessa forma a Química como ciência possibilita a compreensão dos fenômenos naturais através da observação analítica, prática e crítica do mundo em que vivemos; proporcionando, através dos conteúdos vivenciados, o conhecimento necessário para a formação integral do indivíduo.





1 – NEGÓCIO:

Desenvolver habilidades nos educandos para que eles compreendam a utilização da química no seu cotidiano, construindo e aplicando conceitos de Química para a compreensão de fenômenos naturais.



2 – FILOSOFIA:



2. 1 DOMÍNIO DO NEGÓCIO:

Aprofundamento dos conteúdos de Química através da pesquisa, de aulas expositivas e aulas práticas em laboratório.



2. 2 ENFOQUE:

Trabalhar os conteúdos relacionados ao plano de ensino orientando para o autodidatismo e contribuindo para a formação do respeito e solidariedade do jovem pela vida e pelo meio ambiente; estimulando a sua iniciativa e criatividade no estabelecimento de uma cultura científica.



2. 3 POSTURAS:

O respeito, a ética e a solidariedade são de fundamental importância na relação de interação no processo de ensino aprendizagem promovendo a capacidade do estudante para o pleno desenvolvimento do seu potencial.



2. 4 ESTRATÉGIAS OU DIRETRIZES:

Estão presentes no plano de ensino e nos Guias de aprendizagem de cada unidade.



2. 5 ALINHAMENTO:

– Coordenação pedagógica;

– Professores da Área de ciências exatas;

– Professores das demais áreas de conhecimento;

– Laboratorista;

– Integrantes do núcleo pedagógico da Escola.



3 – RESULTADOS COMBINADOS OU PACTUADOS:

São regulados segundo o sistema de avaliação de desempenho existente.



3. 1 RESULTADOS ESPERADOS:

– Atingir objetivos no plano de ensino;

– Efetivar aprendizagem dos alunos;

– Por em prática o plano de ação;

– Trabalhar a interdisciplinaridade;

– Ser capaz de selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas;

– Tomar decisões e enfrentar situações problemas no seu meio.



3. 2 RESULTADO GLOBAL:

Contribuição pessoal para o bom andamento e funcionamento desta Escola, bem como zelar para a boa qualidade do ensino.



3. 3 RESULTADOS INDIVIDUAIS:

– Realização de projetos interdisciplinares;

– Elaboração do manual de laboratório;

– Produção de pesquisas voltadas para os temas transversais;

– Replicação de experiências com outras escolas;

– Respeito aos valores humanos e consideração à diversidade sócio-cultural.



3. 4 RESULTADOS INTANGÍVEIS:

– Atendimento individual aos alunos;

– Participação nos projetos da escola;

– Disponibilidade para ajudar colegas, gestores e funcionários em geral;

– Contribuição para a formação dos protagonistas juvenis;

– Despertar no aluno a curiosidade na produção da química;

– Recorrer aos conhecimentos desenvolvidos na escola para elaboração de propostas de intervenção solidária na realidade.



4. COMUNICAÇÃO:

-Com a gestora, coordenador pedagógico e professores em reuniões pedagógicas, sempre que necessário;

-Com o coordenador pedagógico periodicamente.



5. ORGANIZAÇÃO E ORÇAMENTO:

-Aquisição de uma impressora para a sala de professores;

-Reposição de reagentes e materiais de laboratórios;

-Climatização das salas de aula.



6. SUBSTITUTO

• Educadora: Auxiliadora Rodrigues



7. FATORES CRÍTICOS/ APOIO REQUERIDO

• Atualização na área;

• Formação continuada;

• Material para Pesquisa/Biblioteca.

Guia de aprendizagem- I Bimestre -Química -2º anos - EREMA

ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE


GUIA DE APRENDIZAGEM DE QUÍMICA- I BIMESTRE- 2010

2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO



PROFESSOR: MANUEL ALVES FILHO



1. JUSTIFICATIVA

Vivemos em um mundo rodeado de reações químicas. Na cozinha, o preparo dos alimentos envolve reações químicas muito complexas. O próprio ato de comer dar início a uma série de reações químicas que ocorrem em nosso organismo e que sustentam a vida. Na partida, o ônibus espacial queima hidrogênio e gera nuvens de vapor d’água.

Neste bimestre vamos prever e agrupar as reações químicas mais comuns e também começar a falar em quantidades envolvidas nas reações químicas



2. ATIVIDADES PRÉVIAS

• Discussão e socialização de leitura de textos em grupo.

• Questionamentos orais sobre os conhecimentos prévios dos estudantes.



3. OBJETIVOS INSTRUCIONAIS GERAIS

• Compreender uma reação química e a traduzir na forma de equação interpretando os vários códigos químicos utilizados nesta representação;

• Compreender a importância do balanceamento das equações químicas do ponto de vista quantitativo;

• Julgar a ocorrência ou não de reações químicas através da análise dos reagentes envolvidos e dos possíveis produtos formados;

• Traduzir, em termos de quantidade de matéria (mol), as relações quantitativas de massa nas transformações químicas;

• Efetuar cálculos envolvendo massas atômicas, massas moleculares, mol e massas molares;

• Calcular a quantidade de reagentes e/ou produtos participantes de uma reação química;

• Entender as principais relações entre os coeficientes da equação química e as quantidades de substâncias participantes no processo;

• Interpretar fórmulas químicas (molecular, mínima e percentual) usando os conceitos de quantidade de matéria e massa molar.





3.1. OBJETIVOS INSTRUCIONAIS ESPECIFICOS DE APRENDIZAGEM:

• Relacionar o balanceamento de uma equação química com a conservação da massa do sistema;

• Classificar as reações químicas de acordo com o grau de complexidade dos reagentes e produtos;

• Representar através de equações os fenômenos de dissociação e ionização;

• Utilizar a fila de reatividade para fazer previsões sobre a ocorrência de reações de deslocamento;

• Identificar características indicativas de ocorrência de reações de dupla troca;

• Diferenciar massa atômica, massa molecular e massa molar;

• Operar com a composição porcentual em massa de uma substância e ser capaz de relacionar tal composição com a fórmula mínima e com a fórmula molecular da substância;

• Empregar os valores de massa molar na realização de cálculos estequiométricos que permitam a previsão da quantidade de reagentes ou de produtos envolvidos em um processo químico.





4. ATIVIDADES DIDÁTICAS:

4.1. Autodidáticas

• Resolução de exercícios

• Pesquisa bibliográfica



4.2. Didático-cooperativas

• Resolução de problemas em grupo.



5. TEMAS TRANSVERSAIS

• Meio ambiente;

• Saúde;

• Ética.



6. VALORES

• Preservação do meio ambiente;

• Solidariedade.



7. REFORÇO

• Exposição de conteúdos através de transparências, DVD’s e Data show.



8. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

Serão avaliados os aspectos cognitivos, atitudinais e procedimentais, através da observação dos itens descritos a seguir:

• Elaboração de relatórios da atividade prática coerente com o modelo proposto.

• Desempenho na avaliação escrita;

• Participação ativa nas discussões em sala de aula;

• Respostas pertinentes das questões propostas;

• Participação e desempenho no estudo dirigido e na elaboração e apresentação de trabalhos.



9. ANOTAÇÕES:

9.1. FONTES E REFERÊNCIA

• COUVRE, G.J. Química Total. São Paulo: FTD, 2001

• FONSECA, M.R.M. Completamente Química. São Paulo: FTD, 2001

• USBERCO, J & SALVADOR, E. Química. São Paulo: Saraiva, 2005

• TITO & CANTO. Química na abordagem do cotidiano. São Paulo: Moderna,2006.

• FONSECA, Martha Reis Marques da. Interatividade química. São Paulo: FTD, 2003.

• FELTRE, Ricardo. Química Geral. São Paulo: Moderna, 2004.



9.2.PERÍODO

03 de fevereiro a 16 de abril de 2010 com 47 dias letivos.

OBS: Os conteúdos referentes a Química Orgânica são vivenciados através de aulões nas sextas-feiras como preparatório para os vestibulares da região.

Conteúdo programático-2ºanos-Química-EREMA

ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE ARCOVERDE


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – 2º ANOS /2010

DISCIPLINA: QUÍMICA PROF: MANUEL ALVES FILHO



I UNIDADE ( FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL ) – 03/02 a 16/04/2010 - 47 dias letivos

1. REAÇOES QUÍMICAS

1.1 Balanceamento de equações químicas;

1.2 Classificação das reações químicas;

1.3 Condições para a ocorrência de reações químicas.

2. RELAÇÕES DE MASSA

2.1 Unidade de massa atômica;

2.2 Massa Atômica, massa dos elementos e massa molecular;

2.3 Conceito de MOL;

2.4 Massa molar;

2.5 Constante de Avogadro.

3. CÁLCULOS ESTEQUIOMÉTRICOS

3.1 Leis Ponderais;

3.2 Cálculos estequiométricos -concentração mol/L (molar)



Apêndice: -Fórmulas mínima, Percentual e Molecular



II UNIDADE ( ABRIL, MAIO E JUNHO ) – 19/04 a 30/06/2010 – 50 dias letivos

1. ESTUDO DOS GASES

1.1 Estequiometria gasosa

1.2 Características gerais dos gases;

1.3 Transformações gasosas;

1.4 Equação de estado dos gases perfeitos;

1.5 Misturas de gases.



III UNIDADE ( JULHO, AGOSTO E SETEMBRO) – 19/07 a 30/09/2010 – 53 dias letivos

1.SOLUÇÕES

1.1 Solubilidade e curvas de solubilidade;

1.2 Aspectos quantitativos das soluções (concentração comum e em mol/L, frações molares, Título e densidade);

1.3 Diluição de soluções;

1.4 Mistura de soluções;

1.5 Propriedades Coligativas.



IV UNIDADE ( OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO ) – 01/10 a 21/12/2010 – 52 dias letivos

1. TERMOQUÍMICA

1.1 Processos endotérmicos e exotérmicos;

1.2 Entalpia;

1.3 Equações termoquímicas;

1.4 Entalpia das reações químicas;

1.5 Lei de Hess;

1.6 Entropia e Energia Livre.



2. CINÉTICA QUÍMICA

2.1 Velocidade média de uma reação;

2.2 Condições para ocorrência de reações (Teoria das colisões);

2.3 Fatores que influenciam a velocidade de uma reação;

2.4 Lei da Velocidade.





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domingo, 7 de março de 2010

Confraternização do 2º B


Minhas alunas do 2º B durante confraternização realizada no Recanto dos Cocos em Arcoverde-PE.

Nossa gestora


Nossa gestora, Patrícia Cursino Padilha , durante o desfile de 11 de setembro de 2009 da Escola de Referência em Ensino Médio de Arcoverde

Desfile

Meus colegas na preparação para o desfile de 11 de setembro de 2009 da Escola de Referência em Ensino Médio de Arcoverde.
À esquerda: Fábio Junior
À esquerda no fundo: Newton
No centro: François
À direita: Genivaldo.
À direita no fundo: Marcos